Antes de tudo, uma pequena história. Eu ainda não assisti mas tinha lido sobre o filme na Internet nas últimas semanas. Confesso, ao ver o trailler e ao conhecer a história, fiquei interessado, mas com um “quê” de preguiça.
É que muitos filmes que abordam a temática gay atualmente têm, geralmente, o mesmo roteiro: o jovem, de família conservadora que descobre sua homossexualidade ao conhecer o primo/amigo/colega que vem de outra cidade, mais moderna, digamos. Eles têm uma relação, as pessoas descobrem e eles vivem felizes para sempre.
Assim, pensei: vou ver depois que sair dos cinemas, em casa, tranquilo. Mas hoje fui supreendido com o comentário de uma amiga – que confio muito – sobre o filme. E ela me esclareceu uma dúvida que me fez querer ver “De repente, Califórnia”. Segundo ela, o filme mostra outros tipos de encontros. O encontro dele com a família, o encontro dele com o trabalho – tudo mostrado com muita sensibilidade. Ou seja, não seria nada clichê como mostra o trailler.
Então, fica a dica e o convite. Abaixo, o trailler do filme para que vocês possam ter uma idéia do que estou falando.
Vamos ver?
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