Ilha do Medo é um daqueles filmes que você assiste e fica pensando se viu o trailer direito. Não que isso seja propriamente um defeito. Neste caso, o trailer é infinitamente pior e reduz esse filme a um filminho bobo de terror, sendo que na verdade é um filme extremamente bem feito, bem acabado, de suspense psicológico.
Vamos começar falando dos enquadramentos. Para manter a tensão e não deixar os enquadramentos muito fechados, o diretor “Martin Scorsese” trabalhou com uma película mais larga, 21×9, o que torna a imagem mais esticada e permite aqueles closes, tão característicos dos filmes de suspense, sem “sufocar”.
A direção de arte é impecável. O cenário, as roupas, tudo muito bem escolhido. O roteiro, é um trabalho à parte. Tão bem escrito, cheio de detalhes e de jogos de palavras que lamento apenas a tradução não ter sido feita da mesma forma, “inspirada”. Mas não é nada que tire o brilho do filme. Até porque um dos grandes méritos é a atuação de Leonardo diCaprio.
Tudo bem que nos últimos anos ele já vinha apresentando boas atuações, como em “Diamantes de Sangue” e “Os Infiltrados”, mas nada se compara ao trabalho feito em “Ilha do Medo”. Das expressões do rosto ao modo de falar e agir – tudo extremamente bem detalhado. Um trabalho que prova que a parceria entre ele o diretor tem dado muito certo.
Uma das cenas mais bonitas pra mim é exibida no início, quando o personagem de diCaprio tem a primeira visão da esposa. É uma cena muito poética, que tem muitos detalhes explicados apenas no fim do filme. E tem mais: apesar de parecer óbvio a partir de um certo momento, o fechamento surpreende e deixa uma boa lembrança para quem está assistindo.
Realmente, imperdível, para quem gosta de um bom filme.
Apesar deste blog não ser exclusivamente sobre cinema, não posso deixar de falar do filme “O Amor Acontece”.
Mas não porque é um filme bom. Pelo contrário. É um filme piegas no sentido mais negativo. Vou explicar.
Primeiro, eu juro que pensei que o título fosse um daqueles problemas de tradução, em que a escolha do nome nacional, em português, tenta explicar o filme. Mas não é isso. É “ao pé da letra” e acho que a confusão em torno de “O Amor Acontece” começa aí.
Não é uma comédia. Nem é do tipo romântica. É um filme triste, sobre a perda de pessoas com as quais nos envolvemos. E talvez por isso, o roteiro tenha tantos clichês. Muita frase pronta, muita lição de auto-ajuda. E quem disse que isso é engraçado? Não há aquela sensação prometida no trailer e no título de que eles se encontrariam e se apaixonariam. Eles se envolvem sim. Mas sem mágica, sem aquele quê de “Sessão da Tarde”.
As atuações não estão muito boas, mas pelo menos salvam o filme. E a trilha sonora, que começa bem, só volta a ser boa no final. Em comédias românticas normalmente, a trilha sonora é um dos melhores atrativos. Ela ajuda a compor o filme e dá o tom da história. Mas neste caso não foi o que aconteceu.
Uma pena, pois tinha tudo para ser uma ótima comédia romântica. Bons atores. Excelente proposta. Pena que foi mal executada.
Não gosto de filmes de guerra. Por esse motivo, principalmente, “Guerra ao Terror” não tinha me atraído a atenção. Isso até poucos dias, quando foi ovacionado com o Oscar. Tenho preguiça desse tipo de filme – ainda mais dos feitos nos Estados Unidos – por achar patriota demais, violento demais e emotivo sempre no ponto mais piegas (o soldado que tem família que morre no final, deixando esposa e filhos desamparados, por exemplo). Mas adoro ser surpreendido, como fui, ao ver “Guerra ao Terror”.
Para começar, não é um filme fácil de ser assistido. Não é uma história com começo, meio e fim. E acho ainda que se for vista do ponto de vista “dramático” perde muito a força e a importância da obra pra indústria cinematográfica. É um filme conceito. Com excelente roteiro, extremamente bem amarrado. Cheio de sutilezas na fotografia e na forma de contar a história. Não é um filme óbvio.
A diretora soube explorar muito bem a questão do falso herói. Os soldados, que são vistos pelos americanos como os “salvadores do mundo”, surgem despreparados, fracos e cheios de defeitos. Não só deixam de “curar a humanidade”, como são responsáveis diretamente pelo ódio mundial aos norte-americanos. A forma arrogante e autoritária como se comportam fora dos EUA é mostrada o tempo todo, sempre acompanhada de muita crítica. O “armário da dor” do título original (The Hurt Locker) é representado pela roupa especial usada pelos especialistas em desarmar bombas. É uma roupa tão pesada, tão “envolvente”, que dá a sensação de poder ao soldado. Mas no filme, demonstra ser mais que isso em dois momentos: no primeiro, quando ele tira o “armário” para se arriscar em um carro cheio de bombas e no segundo, quando depois de sofrer muito, entra dentro do chuveiro com a roupa e tudo – e ainda há muito sangue a escorrer pelo ralo – saindo da própria roupa. Uma cena muito linda e bem feita por sinal, cheia de significados.
Alias, as cenas são extremamente bem desenhadas, com momentos de tensão crescente. A cada bomba desarmada, o espectador se prende à cadeira sem saber o que pode acontecer. A estética do filme é muito parecida com a dos filmes nacionais – como Tropa de Elite e Cidade de Deus. A cena da “favela” Iraquiana, mais pro fim do filme, é muito parecida com uma cena de “Tropa”, por exemplo. O tom de documentário também ajuda nessa semelhança, ao relatar como foram os últimos dias dos soldados antes do revezamento no exército americano.
Sei que parece óbvio relatar isso, mas é um filme “feminino”, com ponto de vista extremamente mais delicado do que os filmes de guerra comum. Nele, os soldados têm emoção. Eles sentem, choram, “brincam” como meninos e, principalmente, sofrem. As cenas durante as explosões ou durante as trocas de tiro têm sempre um tom mais delicado. O tiro sai, como em qualquer filme de guerra. Mas a super câmera lenta marca a cena, diminui a violência pela violência e dá ao espectador um tempo para pensar sobre o que acontece, sobre o que pensam os soldados naquele momento.
Um detalhe muito importante: o filme inteiro tem apenas duas músicas: uma no início e outra no fim. Perfeitas, entram em momentos que são essenciais a história. Estão ali apenas para dar o tom da cena. No restante, a trilha sonora é composta de explosões, tiros e principalmente silêncio. O silêncio da tensão.
Em tempos de guerra, entendo como ousada a posição da Academia em premiar um filme como esse. Não que seja necessário defender ou se posicionar contra a guerra. Ela existe e tem sua própria repercussão. Mas Guerra ao Terror mereceu cada prêmio recebido e vale a pena ser visto.
Realmente não foi uma premiação como as anteriores. Quando se esperava que Avatar fosse o grande campeão, um filme independente reforça a idéia de que, contra os blockbusters, bastam boas histórias. Mas eu acho que pelo menos na categoria Melhor Filme, Avatar deveria ter levado.
É que o Oscar é um prêmio da indústria do cinema. E apesar de toda a questão do valor da obra, artisticamente falando, o Oscar premia sempre o que a indústria espera da sétima arte. Funciona meio como um recado para os estúdios, para que eles orientem as produções para um determinado caminho.
Ou seja, geralmente é assim. Era de se esperar que Avatar levasse o prêmio de melhor filme porque, de todos os lançamentos, foi o único que realmente levou as pessoas aos cinemas. Tirou público da pirataria ao investir no sistema em terceira dimensão. E arrecadou muito dinheiro no mundo todo. Mas dessa vez foi diferente. Quem levou a estatueta foi o filme artístico. O filme que realmente “é melhor” em se tratando da sétima arte. E em toda a premiação foi assim, com esse critério. Bom para o cinema. Mas pode ser perigoso para a indústria.
Veja a lista dos premiados:
Melhor filme: “Guerra ao terror”
Melhor direção: Kathryn Bigelow, “Guerra ao terror”
Melhor atriz: Sandra Bullock, “Um sonho possível”
Melhor ator: Jeff Bridges, “Coração louco”
Melhor filme estrangeiro: “O segredo dos seus olhos” (Argentina)
Melhor edição (montagem): “Guerra ao terror”
Melhor documentário: “The cove”
Melhores efeitos visuais: “Avatar”
Melhor trilha sonora: “Up – Altas aventuras”
Melhor cinematografia (fotografia): “Avatar”
Melhor mixagem de som: “Guerra ao terror”
Melhor edição de som: “Guerra ao terror”
Melhor figurino: “The young Victoria”
Melhor direção de arte: “Avatar”
Melhor atriz coadjuvante: Mo’Nique, “Preciosa”
Melhor roteiro adaptado: “Preciosa”
Melhor maquiagem: “Star trek”
Melhor curta-metragem: “The new tenants”
Melhor documentário em curta-metragem “Music by Prudence”
Melhor curta-metragem de animação: “Logorama”
Melhor roteiro original: “Guerra ao terror”
Melhor canção: “The weary kind”, de “Coração louco”
Melhor animação: “Up – Altas aventuras”
Melhor ator coadjuvante: Christoph Waltz, “Bastardos inglórios”
Parece complicado mas não é. Pelo contrário, é um filme extremamente divertido, daqueles que elevam o espírito quando você sai do cinema. A comédia romântica “Simplesmente complicado” parte de uma história simples: um homem e uma mulher, que estão separados, redescobrem o amor. Mas o que deixa tudo “complicado” é o medo de errar de novo, de se entregar a um relacionamento fracassado.
É aí que o filme tem o seu charme. Com atuações perfeitas, os personagens partem para o ataque, com aquela paixão digna de um filme adolescente, mas apoiados pela razão dos adultos. Isso permite diálogos mais ricos, mais sexuais, sem perder a graça ou o frescor da paixão.
Em um filme escrito por uma mulher, era de se esperar também que houvesse boas histórias nos encontros das amigas. Um momento bem “Sex in the City”.
Duas cenas são muito divertidas: quando eles se reencontram em Nova Iorque e quando eles são “flagrados” num hotel. São cenas extremamente bem feitas que provam que a dupla “bons atores” e “texto bem escrito” é imbatível em qualquer situação.
O único porém do filme é que ele é um pouco longo… são cerca de duas horas que poderiam ter um pouco mais de ritmo. Mas nada que tire o brilho dessa excelente comédia.
Em abril deve ser lançado no Brasil um dos filmes mais esperados do ano: Alice no País das Maravilhas.
Nos Estados Unidos a exibição começa mais cedo: em março!
É claro que você já conhece a história, mas dessa vez há algumas novidades que você deve ficar de olho!
Primeiro: o filme tem a assinatura de Tim Burton. Para quem não conhece, ele é um dos diretores mais criativos de Hollywood. Tudo que ele faz tem um apelo popular enorme e é extremamente reconhecido pela crítica.
Um dos filmes mais legais que ele já fez foi “Os Fantasmas se Divertem”. A melhor cena é aquela em que os personagens estão na mesa de jantar e começam a dançar, numa reação aos fantasmas que entram na sala pela primeira vez!
Outro clássico, Edward Mãos de Tesoura (também com Johnny Deep), um filme super sensível sobre a questão do “diferente”.
Na mesma linha de Alice, um mais recente é A Fantástica Fábrica de Chocolate. O filme tem cores lindas mas não foi muito bem de público.
Claro, há outros filmes, menos populares, mas extremamente curiosos como O Estranho Mundo de Jack e A Noiva Cadáver.
O segundo motivo para você assistir ao filme Alice no País das Maravilhas é que é mais um filme do ator Johnny Deep. Assim como Tim Burton investe sempre em filmes que tenham algo a mais, alguma parte artística, Johnny Deep parece fazer a mesma escolha ao estrelas filmes que sempre surpreendem. Aliás, ele fez um dos primeiros cartazes de divulgação do filme, como você pode ver na figura ao lado.
Finalmente, Alice no País das Maravilhas não pode ser simplesmente ignorado por essa geração (que só conhece a Internet e Ben 10) e por isso merece ser conhecido. Além disso, no filme, a personagem principal está mais velha, aos 17 anos, e vai retornar ao País das Maravilhas. Isso significa um “frescor” para quem já conhecia a história original, e uma oportunidade para os mais novos entrarem nesse mundo de muita magia e diversão.
Em julho do ano passado falei sobre um filme que estava em cartaz nos cinemas “De Repente, Califórnia”. É um filme de temática gay, sobre a descoberta da sexualidade de um rapaz, surfista. Na época acabei não conseguindo ver o filme nos cinemas e tive a oportunidade de ver ontem, no DVD.
Agora que já vi, me sinto mais à vontade para falar do filme. E realmente representa bem o que me foi dito na época que estava em cartaz. Não é um filme gay, em seu clichê mais conhecido, da luta pelo direito de amar. É um filme que fala da busca pelo companheirismo, pela amizade, pelo amor, mais puro. “De repente, Califórnia” não mostra um mundo onde os gays são humilhados, não há perseguição nem problemas relacionados à sexualidade. É um mundo onde é possível ser gay. Onde há, sim, preconceitos, mas que são abafados diante da realidade que surge na frente dos personagens.
O amor do casal principal é de cortar o coração. Eles estão muito bem nos seus personagens e conseguem traduzir, para quem assiste, a real dificuldade do amor que vivem: o medo, as dúvidas, os anseios e as vontades. Uma das cenas mais bacanas, na minha opinião, acontecem quando, depois do primeiro beijo, eles brigam, e no meio da noite, fazem as pazes. Não vou descrever muito porque é uma cena bem legal, merece ser vista. Detalhe também para a cena final, delicada e na medida certa.
Outro ponto forte do filme é a trilha sonora. Para quem não sabe, “De repente, Califórnia” é produzido por uma empresa especializada em mídia gay. Por isso, para compor a trilha sonora foram escolhidos artistas que se identificam com a comunidade GLBTT. Abaixo fiz uma listinha das minhas músicas prediletas, em ordem de preferência.
“Lie To Me” – Shane Mack
“More Than This” – Shane Mack
“Remember To Forget” – Shane Mack
“Teenage Romanticide” – Dance Yourself to Death
“Darkness Descends” – Matthew Popieluch
“Time To Time” – Stewart Lewis
“Long Way Home” – Shane Mack
“Pirate Sounds” – Matthew Popieluch
“Goin’ Home” – Bill Ferguson
“I Like That” – Shane Mack
De qualquer maneira, é um daqueles filmes que deixam a gente com vontade de estar com alguém para dividir, conquistar e sonhar. Como deve ser todo relacionamento. Seja ele hétero ou não.
A adolescente do Harlem, Claireece Precious Jones é obesa, não sabe ler e está grávida pela segunda vez. Ela foi estuprada por duas vezes pelo próprio pai. Inconformada, a mãe também abusa da filha de forma física e psicológica, sempre com muita violência.
Com essa história inicial você deve estar pensando “nossa, esse filme é bem triste”. Sim, é triste. Mas é um filme muito positivo. Mostra que sempre há esperança e que ninguém deve perder a vontade de viver, independente do que aconteça. Parece clichê, né? Mas vale a pena ver, pois é um trabalho feito com muito cuidado e sutileza.
A interpretação das atrizes do filme é espetacular. Gabourey Sidibe, que faz a personagem principal é um show à parte. Muito segura, mostra na cara o sofrimento que a personagem passa. E nos clips em que ela sonha com uma vida diferente, você consegue ver outro rosto, alegre, com sorriso, bem diferente daquele de olhar triste mostrado no filme.
Outro destaque é o da vencedora do Globo de Ouro, Mo’Nique. Ela é responsável pelas cenas mais fortes do filme: o início e o fim. E são cenas completamente diferentes, com emoções distintas! Preste atenção principalmente no olhar. É algo impressionante.
Além disso, temos boas participações como a cantora e atriz (sim!) Mariah Carey e do cantor (e também ator) Lenny Kravitz.
Veja o trailer legendado (e se quiser, em HD):
O site oficial é um show à parte. Todo feito com trechos do filme, incluindo a fabulosa trilha sonora, o site é bem interativo e está à altura do que é apresentado nas telas de cinema.
Apesar de não existir na vida real, a “Preciosa” é uma personagem baseada nos sete anos de pesquisa da autora na região do Harlem, em Nova York. Ela conta que conversou e conviveu com muitas garotas com histórias parecidas e resolveu retratar a juventude americana no livro que originou o filme.
Um retrato não só das garotas americanas. Mas de várias garotas que sofrem em todo o mundo vítimas da violência, dos abusos e das humilhações. Um filme simplesmente imperdível, principalmente para os mais sensíveis.
Ninguém quer estar nessa lista. Afinal, o Framboesa de Ouro é o prêmio que reconhece o que há de pior na indústria do cinema.
Como acontece em todos os anos, há muita polêmica em torno dos indicados. Alguns são merecidos, pois fizeram um péssimo trabalho. Outros apenas foram indicados por pura “picuinha” mesmo dos organizadores, que de divertem com as escolhas.
Vamos à lista, com alguns comentários:
Categoria “Pior filme”:
Transformers: A vingança dos Derrotados
A Terra Perdida
Surpresa em Dobro
G.I. Joe: A Origem De Cobra
Maluca Paixão
Nessa categoria, Transformers nem é tão ruim assim, né?! Tudo bem que não é assim nenhuma “Brastemp”, mas é um filme divertido, não merecia estar aqui. Os outros, bem indicados!
Categoria “Pior Ator”:
Will Farrell – A Terra Perdida
Steve Martin – A Pantera Cor-de-Rosa 2
Eddie Murphy – Imagine Só
John Travolta – Surpresa em Dobro
Jonas Brohters – Jonas Brothers 3D: O Show
Aqui começam as “picuinhas” que eu expliquei mais cedo. Por exemplo, os Jonas Brothers no filme que eles lançaram em 3D. Os caras nem estavam interpretando, o filme mostra os bastidores do show da banda. De qualquer maneira foram incluídos nesta categorias.
Categoria “Pior Atriz”:
Megan Fox – Transformers e Garota Infernal
Sarah Jessica Parker – Cadê os Morgans
Sandra Bullock – Maluca Paixão
Beyoncé – Obsessed
Miley Cyrus – Hannah Montana: O filme
É uma categoria disputada! Quase todas estavam péssimas em seus papéis… Difícil prever quem vai ganhar!
Categoria “Pior prólogo, remake, sequência ou cópia”:
Transformers: A Vingança dos Derrotados
A Terra Perdida
G.I. JOE: A Origem da Cobra
A Pantera Cor-de-Rosa 2
Lua Nova (saga Crepúsculo)
Incluir Lua Nova nessa categoria é sacanagem…. o filme é bacana e faz sentido no universo da série. De qualquer maneira, tem um forte concorrente na categoria (Transformers).
Para celebrar o fim dessa primeira década, eles ainda selecionaram o que há de “pior” nos últimos dez anos, em três categorias especiais:
Categoria “Pior Filme da Década”:
A Reconquista (já ganhou 8 Framboesas de Ouro)
Fora de Casa
Contato de Risco
Destino Insólito
Eu Sei Quem Me Matou (também ganhou 8 Framboesas de Ouro)
Categoria “Pior Ator da Década”:
Ben Affleck
Eddie Murphy (já foi indicado 12 vezes e ganhou 3)
Mike Myers
Rob Schneider
John Travolta
Categoria “Pior Atriz da Década”:
Mariah Carey (recebeu a maior porcentagem de votos – 70% – pela atuação em Glitter)
Paris Hilton
Madonna (venceu 4 vezes o prêmio)
Lindsay Lohan
Jennifer Lopez (já foi indicada 9 vezes e ganhou 2)
Confira as outras categorias e faça suas apostas!
Categoria “Pior Diretor”:
Michael Bay – Transformers: A Vingança dos Derrotados
Walt Becker – Surpresa em Dobro
Brad Silberling – A Terra Perdida
Stephen Sommers – G.I. JOE: A Origem da Cobra
Phil Traill – Maluca Paixão
Categoria “Pior Roteiro”:
Maluca Paixão
G.I. JOE: A Origem da Cobra
A Terra Perdida
Transformers: A Vingança dos Derrotados
Lua Nova (saga Crepúsculo)
Categoria “Pior Ator Coadjuvante”:
Billy Ray Cyrus – Hannah Monatan: O filme
Hugh Hefner – Miss Março: A Garota da Capa
Robert Pattinson – Lua Nova (saga Crepúsculo)
Jorma Taccone – A Terra Perdida
Marlon Wayans – G.I. JOE: A Origem da Cobra
Categoria “Pior Atriz Coadjuvante”:
Candice Bergen – Noivas em Guerra
Ali Larter – Obsessed
Sienna Miller – G.I. JOE: A Origem da Cobra
Kelly Preston – Surpresa em Dobro
Julie White – Transformers: A Vingança dos Derrotados
Categoria “Pior Casal em Cena”:
Will Farrell e qualquer atriz – A Terra Perdida
Jonas Brohters – Jonas Brothers 3D: O Show
Sandra Bullock e Bradley Cooper – Maluca Paixão
Shia LaBeouf e Megan Fox ou Qualquer “Transformer” – Transformers: A Vingança dos Derrotados
Kristen Stewart e Robert Pattinson ou Taylor Lautner – Lua Nova (saga Crepúsculo)
Imagine se a Rainha do Pop tivesse um filho, escondido há anos da mídia e do mundo. Parece enredo de filme ou livro do Dan Brown, mas na verdade há um filme que conta essa história prestes a ser lançado.
Se é verdade ou não, isso é uma outra história. Na Internet começam a pipocar vídeos, fotos e informações sobre o documentário.
Madonna até agora não disse nada sobre o filme. Acho que até mesmo para não dar mais “audiência” para a polêmica. Mas que seria uma grande história se fosse verdade, ah seria!
Veja o trailer e diga o que você acha…. será que ele é mesmo filho de Madonna?
Aline Monteiro comentou “Oi, Gleison. Vi o filme. O trailler e a sinopse não traduzem o filme, que é realmente muito bacana. O ...” no post Ilha do Medo
Equipe Culturarte comentou “Opa! Vamos por partes! Aline, quanto tempo! Seja bem-vinda! E tenho certeza que você vai gostar do filme sim! E ...” no post Ilha do Medo
Gleison comentou “Só faltou comentar que a montagem é fo-da! E ainda tem uns enquadramentos de filme-da-decada-~ muito maneiros!” no post Ilha do Medo
Aline Monteiro comentou “Oi, Gleison. Primeiro, parabéns pelo blog, tenho lido os textos e gostei demais. Sobre o filme, e vi o trailler ...” no post Ilha do Medo
alini comentou “O filme é lindoooooo... Adorei!!! Só gostaria de que alguém me ajudasse a relembrar a frase que encerra o filme... ...” no post O Amor Acontece